terça-feira, 5 de agosto de 2014

REVIEW CD: Lana Del Rey - Ultraviolence

Pra estréiar o review de álbum eu escolhi "Ultraviolence" ~ "Ultraviolento" em
português~ da americana Lana Del Rey (Nome de batismo, Elizabeth Grant)
Antes de começar a falar sobre as faixas, quero deixar claro que a Lana é uma 
cantoraque fala sobre temas bastante polêmicos da sociedade hoje em dia, 
algumas músicaspodem ser interpretadas por algumas pessoas como 
apologia as drogas; Como a faixa "Florida Kilos".
 e também frases polêmicas como na faixa-título "Ultraviolence"
Portanto eu recomendo ler o review ouvindo o álbum e assistir os videos dos singles
extraídos do album até agora, Lana Del Rey é uma cantora cinematográfica pela alma
dela. Ouvindo o debut "Born to die/ Paradise" que foi massacrado pela crítica, mais
um sucesso de público, vendendo mais que o também polêmico "Born This Way" da 
também nova yorkina (com muito orgulho, marry the night feelings) Lady gaga.
Lana parece ter ficado afetada com as críticas na época mais pelo jeito isso não afetou
em nada a visão artística dela em Ultraviolence. O album é bem típico da Lana, Amores
dramáticos e muita liberdade na hora de se divertir.
Apertando o botão do play se preparem porque Lana Del Rey te levará a uma jornada 
com overdose de drama do melhor escalão.

(No link abaixo você poderá ouvior o álbum completo.)

Faixa 1 ~ Cruel World

A faixa de abertura começa com uma introdução de uma guitarra e uma guitarra
 elétricabem lenta enquanto Lana começa a entoar os primeiros versos da canção que
encaixa perfeitamente como a abertura do álbum.
Lana começa cantando "I shared my body and my mind with you, that's all over now."
~ em português "Eu compartilhei meu corpo e minha mente com você, tudo está acabado
agora." ~ frase que se repete no começo de todas as estrofes da música. Ela afirma que
largou do boy magia dela por que ele é muito famoso agora. 
No primeiro prè-refrão (que repetepor toda música) Lana canta 
"Got your bible and your gun, and to like to party and have fun" ~
~ em português "Pegue sua bíblia e sua arma, e goste de festas e diversão". 
Ela continua afirmando que ele é passado pra ela e gritando no refrão 
"com meu mini-vestidovermelho de festa, to mundo sabe que eu sou a melhor eu sou 
"fucking crazy",  e continuagritando pra quem quiser ouvir que o ex-noivo eh jovem, selvagem e livre e que ele dança em círculos em volta dela e como ela também é "Fucking Crazy" mais por ela.
A faixa dura 6:40 min, e ela só vai crescendo. O ponto alto é o ultimo refrão, 
em que simboliza um caos musical, com muita guitarra distorcida, sirenes e a voz rouca em tons gritados de lana
repetindo "Você é louco por mim." e a faixa termina com a mesma frase que começa.
Pela batida bem caótica a introdução é perfeito pro álbum e a música inteira te deixa em
ecstasy de tão boa que é, a melodia e a letra encaixam perfeitamente com o contexto
de todo o álbum assim como a voz gritada de lana em alguns momentos da canção

Faixa 2 ~ Ultraviolence

A faixa-título começa com um violino e um piano bem marcado.
Ela começa cantando em um tom bem grave e um ritmo lento bem marcante.
"Ele costumava  me chamar de DN", "Porque eu estava preenchida por veneno, mais
abençoada com beleza e alcance." essas são as primeiras frases marcantes de um 
dos futuros clássicos de Lana. Ela continua cantando o amor problemático falando
"Jim me ensinou que amá-lo nunca é o bastante." No refrão ela canta com uma
voz de peito e com ritmo bem marcante repetindo "isso é ultraviolento" e com
uma leve pegada de guitarra no melhor estilo surf-music, lana canta "eu posso
ouvir sirenes, ele me bateu e senti como um beijo, eu posso ouvir violinos
me dê tudo desse amor ultraviolento."
Na segunda parte ela canta: "Ele costumava me chamar de veneno, porque
eu era veneno Ivy" seguida da polêmica frase "Eu poderia morrer bem alí,
pois ele estava bem ao meu lado."
O ponto alto dessa incrível canção pra mim com certeza é o middle 8 em que
ela canta "Nós poderíamos voltar para nova york, amar você é muito difícil
nós poderíamos voltar ao começo, agora eu já não sei mais quem você é.
O céu é na terra..." e a frase

(No link abaixo você pode conferir o clipe do ulltimo single do álbum.)




 "I love you the first time, i love you the 
last time, yo soy la princesa compreende mís white lines, Cuz i am your
jazz singer, and you are my cult leader... I love you forever"

Em português "Eu te amo pela primeira vez, eu te amo pela última vez.
Eu sou a princesa, compreenda minhas linhas brancas. Porque eu sou
sua cantora de Jazz e vc é o Líder que eu cultuo... Eu te amo pra sempre."

O backing-vocal do último refrão "Lay me down tonight" encaixa
muito bem e ela canta igual a uma faixa que está por chegar.

(No link abaixo você pode conferir o vídeo do single promocional 
de "Shades of cool")



Faixa 3 - Shades of Cool

Fazer uma crítica dessa faixa e da próxima é um pouco difícil, pois como
sou muito fã da Lana e realmente amei o novo material dela, talvez não consiga
ser totalmente imparcial. A incrível "Shades of cool" começa com alguns acordes
bem lentos de guitarra acústica, lana canta com um falsette limpo, "Meu baby
mora em "shades of blues", olhos azuis, jazz e atitude", e continua
falando do boy magia dela em seu dia-a-dia de ~quase~ casada (já que Lanita 
fugiu antes de colocar o vestido de noiva (não vale o do clipe de "Ultraviolence")
"Ele também mora na Califórnia, e dirige o seu Chevy em Malibú" e ainda dá
uma de louca ciumenta "E quando ele liga, ele liga pra mim não pra você." 
O refrão tem uma pegada de guitarra bem surf-music como na faixa anterior
e em grande parte do álbum, dando ele um som bem homogêneo, enquanto
ela canta no refrão "Porque você, é inconsertável, e eu não posso mergulhar
no seu mundo." No fim a música segue com um solo de guitarra maravilhoso
até o fim da canção enquanto ela canta de um jeito agonizante gritando com sirenes
e guitarra frenética. E volta para o refrão retrô em que lana declara de uma vez
que eles não dão certo. Os últimos acordes da canção dão a ponte perfeita pra 
continuação da próxima faixa.

Faixa 4 - Brooklyn Baby

Como na faixa anterior "Brooklyn Baby" dispensa comentários.
A faixa também começa com um solo de guitarra como na anterior mais soando
lenta enquanto ela cantarola "da-da-da". Ouvindo o álbum antes de uma das raras
entrevistas que Lana deu até agora pra promovê-lo, eu interpretava algumas
músicas e essa é uma delas. As frases contém um duplo sentindo e algumas
podem também ser uma resposta as críticas que Lana recebeu por causa
dos seus clipes e na primeira frase ela deixa isso bem claro "Eles dizem
que eu sou muito nova para amar você, eu não sei o que eu preciso."
Uma clara resposta aos clipes de Lana em que ela sempre mostra
ter uma fixação por homens mais velhos; E continua "Eles acham que eu 
não entendo a terra da liberdade dos anos 70", o que soa como outra
resposta, dessa vez por conta das críticas de feministas falando que ela canta
sobre servir aos homens de sua vida de uma forma muito dramática. Inclusive
uma dessas críticas feitas pela artista prodígio ganhadora de Grammy's e dona
de um dos maiores hits (Royals) do ano de 2013 ~ Lorde (cantora da Nova Zelândia)~
De certa forma Lana também expressa como eles são diferentes. O refrão é
incrível e pra mim o ponto alto de todo álbum. Lana canta "Meu namorado
está em uma banda, ele toca guitarra...eu tenho penas no meu cabelo, eu desço
até o chão e sou poetiza. E minha coleção rara de jazz...Eu sou uma Brooklyn Baby."
Até aqui ela ainda canta sobre como mesmo sendo tão diferente "nós somos como
o vento e o amor, nós somos como fogo e água", ela o admira por 
diversas partes da personalidade dele (nessa música Lana canta sobre um
ex-namorado dela que toca guitarra em uma banda de new rock.) O retrato 
acaba mudando no desfecho da música. No melhor middle 8 de todo o álbum
Lana canta com uma voz de falsete bem aguda "Falando da minha geração,
Falando da minha nova nação... e se você quiser bater, bata baby." Uma
menção. No delicioso ultimo refrão da música lana canta "È meu namorado
é bem legal, mais ele não é tão legal quanto eu. Eu sou uma Brooklyn baby"
Com um incrível backing-vocal masculino bem grave de pano de fundo.
Como ela canta pra um namorado que também faz parte do showbizz podemos
imaginar que talvez eles disputassem por atenção? já que ela começa falando
na faixa de abertura que ele não serve mais pra ela por ser muito famoso agora.
Quem sabe? só a Lana mesmo, vamos esperar mais alguma entrevista bombástica
pra ver se ela comenta sobre a história de outras canções. E espero que essa 
faixa incrível seja single e ganhe um video bem legal.



Faixa 5 - West Coast

O álbum continua com mais uma delícia de faixa. West Coast foi o primeiro single
do álbum e eu acho que foi perfeito como escolha. A ponte do middle 8 de "Brooklyn baby" faz a ponte perfeita pra essa faixa que é incrível. Lana parece estar retratando a sociedade da costa oeste americana, com uma bateria bem pegada na introdução da música que tem
uma vibe surf por todo tempo ela canta: "Lá em baixo na costa-oeste eles têm um
ditado, se você não está bebendo você não está jogando". Uma música cheia de referência
da Califórnia, os ícones de hollywod. No refrão o ritmo muda drasticamente com uma
vibe mais lenta com guitarra elétrica soando como música bem relax. enquanto Lana 
agradece "Amén Love". 

(No link abaixo você pode conferir o videoclipe
do primeiro single extraído do álbum "West Coast")



Faixa 6 - Sad Girl

Essa faixa representa uma pequena virada no estilo do álbum, deixando um pouco de
lado um estilo mais surf-music de lado e entrando numa linha mais retrô/jazz.
Lana canta com um tom de voz puxado pro soul com um falsete variando entre voz
de peito e cabeça no pré-refrão onde alonga as notas em um dos melhores vocais do álbum
cantando "Você tem visto o meu homem? você tem visto ele?" 
O refrão na minha opinião
é com certeza um dos melhores de todo o cd. Lana faz uma referência a "Bonnie & Clyde" 
no refrão cantando "Ele tem o fogo, e ele caminha com fama. Ele tem fogo e fala com fama,
sua Bonnie ao seu lado sua Bonnie ao seu lado, me faz uma mulher tão infeliz. E repete
"Eu sou uma garota triste/ Eu sou uma garota má".
 A letra também representa uma certa
raiva e esquecimento por parte da lana pelo homem dela.
O Highlight da música pra mim é o middle 8 em que tem várias vocalizações da Lana
dando a impressão de um coral. Percebendo bem a fundo você consegue até encontrar 
vocais masculinos nessa parte como os que citei de "Brooklyn Baby".

Faixa 7 - Pretty When You Cry

Eu até gosto dessa faixa pela letra e com toda a minha teoria até aqui, ela é (liricamente
falando) uma das peças chaves do "Ultraviolence". 
Com a entrevista que citei, percebemos pela letra que Lana estava raivosa. Ela canta 
a primeira estrofe com a voz embargada de uma forma muito emocionante: "Todas as
estrelas bonitas, brilham pra você." Duvida do amor dele mais também expressa 
a vontade de que ele seja verdadeiro porque ela se sente bem com isso na frase
"Todos os momentos que me disse que eu era a sua garota, me fez sentir
como se eu fosse seu mundo inteiro." Ela diz que espera sempre por ele mais ele nunca
volta e no refrão afirma "Porque eu sou bonita quando eu choro" várias vezes. Assim
como "sad Girl" representa uma virada na sonoridade do disco, a faixa em questão
vem pra tirar de uma vez a dúvida que a personagem principal do relacionamento de amor
dramático do "Ultraviolence", no caso Lana Del Rey entre a dualidade de tentar continuar
o relacionamento e viver lutando por encontrar um balanço entre eles. Isso fica claro
na segunda estrofe quando ela canta "Todos esses momentos especiais que passei contigo,
eles não se comparam nem um pouco a toda a essa merda de suas drogas." Acho o middle 8
dessa faixa um dos mais fracos de todo o álbum, mais o tédio é logo cortado com o melhor
solo de guitarra que fecha perfeitamente uma faixa que poderia ficar esquecida.

Faixa 8 - Money Power Glory

Com a morna "Sad Girl" chegamos a pensar que o era melhor Lana ter ficado com o estilo
da primeira metade do álbum certo? Errado!
Money power glory é uma faixa espetacular, ela até
 começa um pouco morna com Lana
cantando num tom bem grave empostado "Você fala tanto de Deus, a liberdade 
vem da chamada mais não é isso que a vadia quer, não é o que eu quero jamais."
O refrão é o ponto alto da faixa com certeza com ela cantando ele intercalando entre
voz de peito e falsete cantando "Eu quero dinheiro, poder e glória
" mais a dualidade entre se ela quer o amor dele ou não fica de lado 
mais uma vez no álbum quando ela fala"Eu quero o seu dinheiro, o seu amor 
e a sua glória." e afirmando "Aleluia, eu quero você
por tudo que você tem" e voltando de novo a duvida com
"Aleluia, tomarei tudo pelo que tem."
que de certa forma ela ainda parece pensar em se vingar ou não confiar nele totalmente.
O Middle 8 dessa faixa também não é meu favorito, mais fica longe de atrapalhar 
essa bela canção; Mais ele continua com a dúvida quando ela canta "Droga e diamantes,
é tudo o que eu quero" (sim laninha polemizando no maior estilo Marcelo D2). Ela continua
na relação de amor e ódio e instabilidade que o amor dele traz pra ela.

Faixa 9 - Fucked My Way Up To The Top

Essa talvez seja a música mais comercial do álbum ao lado de "West Coast", 
a faixacomeça com Lana cantando em um tom bem grave, o que parece ser 
um momento íntimo entre ele e esse amado boy magia por quem ela parece 
sofrer e entregar tanto de si "A vidaé genial, confesso. O que fiz eu faço melhor."
 E continua no tom íntimo "Me deite esta noite com a a minhas linhas e curvas"
 frase que ela cita no último refrão de ultraviolence.
Se vocês ouvirem com atenção e fone de ouvido, vão perceber que a melodia 
dessa músicafoi construída com as mesmas marcações musicais que a faixa-título.
 No refrão lana  canta a frase polêmica "Eu fodi o meu caminho até o topo, 
esse é o meu show... Go Baby Go!"
Na entrevista já citada acima Lana comentou que dormiu com muitos caras
 da indústrias, e falou "Vocês pensam que eu fiz isso pra chegar ao topo né?
 mais não foi, na verdade nenhum deles acabou fazendo algo por mim." 
Será? Só ela mesma pra saber o que essa faixa misteriosa
tem por trás.

Faixa 10 - Old Money 

Depois da faixa mais agitada do álbum, Lana volta pro estilo em 
que ela comanda  com maestria, baladas com violinos maravilhosos de fundo 
e várias vocalizações e plano de fundo por todo o refrão. 
A letra da música começa falando de 
lembranças da infância dela "Hortência azul, dinheiro efetivo, cachemira 
e sol branco...os garotos eram jovens e bonitos."  
Ela parece estar falando de alguém do passado 
dela em que ela sente falta no belíssimo pré-refrão ela questiona 
"Aonde você tem estado?
Aonde você esteve... e lá atrás ficou a garota, que costumava ser chamada de 
"a rainha dacidade de nova york." No lindo refrão acompanhado apenas 
de violinos e piano, ela canta:
"Mais se você chamar, eu corro... eu corro pra você, eu corro."
O ponto do alto da faixa é quando cheia de nostalgia ela relembra:
 "O amor do meu paisempre foi forte, o glamour de minha mãe segue vivendo,
 mais por dentro eu me sentía sozinha por razões que eu desconhecia."
O middle 8 dessa vez é com a mesma letra do refrão só que com ritmo diferente
e com o violino mais agitado, o que dá um toque especial a canção.


Faixa 11 - The Other Woman

Essa belíssima faixa é uma regravação porém, parece cair como uma luva no estilo
de Lana, e encaixa perfeitamente com o contexto do álbum. Lana canta sobre a amante
do seu boy magia: "A outra mulher, tem tempo pra ir na manicure...A outra mulher
é perfeita justamente onde sua rival falha...A outra mulher encanta com sua roupa
e perfume francês." E no refrão ela retrata a solidão de ter tudo, mais sempre ser
a outra: "Mais a outra mulher sempre chorará...e enquanto passar os anos a outra
mulher irá ficar sempre sozinha."

Faixa 12 - Black Beauty

Com certeza uma das melhores músicas do álbum, e que parece deixar de vez
a dualidade entre o pensamento se ela deve seguir com o amor que faz ela
sofrer ou tentar se arriscar com o amor antigo que ela cita em "Old Money",
ou até mesmo escrever uma nova história (que é o que aconteceu já que ela
está com um novo "vovôzinho" só que dessa vez o bofe é francês).
Lana começa cantando com um vocal com um efeito de expansão vocal
mais totalmente acapella.
 "Eu pinto minhas unhas de preto, eu tinjo meu cabelo
de um tom mais escuro, como você gosta as mulheres espanholas,
obscuras e orgulhosas." Em mais um belo refrão ela entoa versos
cantando "Oh o que eu posso fazer, a vida é bonita mais você não tem idéias.
Sol e sombras de olhos azuis, a magnificência não faz sentido" e repete com uma
voz de peito e um backing-vocal com falsete muito bem colocado "Beleza negra...
beleza negra." Mais uma linda balada de tirar o fôlego.

Faixa 13 - Guns and Roses

Pra mim essa é a faixa mais fraca do álbum. Melodia fraca, refrão bem chato
e repetitivo.
 O que salva é a letra e os maravilhosos backing vocals do pré-refrão
Lana canta sobre um bofe que foi realmente honesto com ela: "Meu amante
de Heavy Metal...Você sim foi honesto". E afirma:
 "ele gostava de guns and roses".
Na segunda estrofe ela canta "Divino amante das motocicletas, tive que aprender
a te deixar. Eu não era das que casam."  Mais no fim acaba admirando a beleza
do boy que ela sente vontade de ter pra ela mais vive uma dualidade
 de pensamento por eleserem tão diferentes: "Posso te sentir chegando, 
Te vejo trabalhando em "Blue Pacific", Te admiro enquanto está a se bronzear, 
você tem jogo garoto" ~ capacidade de sedução ~.

Faixa 14 - Florida Kilos  

A faixa de encerramento do álbum, e uma das letras mai
polêmicas do "Ultraviolence".
A faixa traz a vibe "Surf-music" da primeira metade do álbum 
de volta com um solinho de guitarra elétrica bem agradável e lana cantando: 
"Linhas brancas, querido, tattoos
não sei o que significam, elasão especiais pra você." e continua polemizando
"Palmeiras brancas, esquentando neve branca na cozinha,
 cozinhando um sonho transformando diamantes em neve" 
enfim uma letra bem desnecessária uma pena pois a melodia e os vocais
da Lana estão um delícia e combina perfeito pra fechar o album. 
No refrão ela canta: "Venha para florida, eu tenho uma coisa pra você nós podemos 
ver os kilos ou "The keys" baby oh yeah" e talvez a frase mais polêmica 
"Armas e o verão, chica cherry cola limão, a prisão
não é nada para mim se vc estiver do meu lado" e repete em todos os refrões
 "YaYo YaYotodas a minhas coisas de dope" e vai variando 
"YaYo todos os colombianos dizem"
O ponto alto da música pra mim é o middle 8 em quem os rifs 
lembram bastante surf-music e a voz da Lana com efeito pra dar uma 
sensação retrô fazendo um trocadilho com gírias
conhecida por jovens americanos do tipo:
 "Nós podemos ficar alto em miami, dançar a noite toda.
As pessoas nunca morrem em Miami, isso é o que todos eles dizem". Enfim na minha opinião
a letra tem uma certa apologia ás drogas muito desnecessária mais a vibe da música é muito
gostosa.  

Cocluindo: O álbum todo apesar de letras fortes é uma obra-prima, muito diferente do
que temos no cenário mainstream de hoje e assim como "Born to die" o álbum em que
lançou lança pro mercado, ele tem uma marca muito própria da Lana. 
O álbum não é pra qualquer ocasião, você tem que estar na vibe certa pra poder curtir
ele e apreciá-lo como ele merece. Talvez pra algumas pessoas ele seja muito cansativo
por ser composto de na maior parte baladas e música mid-tempo. 

Meu ultimato top 5 do álbum:
1- Brooklyn Baby
2- Shades of cool
3- Black Beauty
4- Ultraviolence
5- Sad Girl

Meu ultimato de faixas desnecessárias:

1- Guns and Roses
2- Preety when yo cry
3- Florida Kilos (Liricamente falando)

De 5 Estrelas *****

O meu ultimato do álbum é: **** Estrelas

Espero que vocês tenham gostem do review bem detalhado que eu fiz do álbum,

e deixem comentários falando qual opinião de vocês em relação ao "Ultraviolence".
Se quiserem algum review específico me mandem idéias que eu irei fazer.

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